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Como tem sido o nosso trabalho? Onde podemos melhorar?

Leia  2 Timóteo 2

Como Deus tem visto o seu trabalho junto as crianças e adolescentes? Você tem o feito da melhor maneira possível ou há oportunidades de melhorias? Ao ler os pontos abaixo, pense em sua perfomance em sala de aula e melhore no que for preciso.

Síntese do livro 4 princípios fundamentais para líderes de ministério infantil de Craig Jutila – Ed.Vida

Os 4 princípios para o sucesso no ministério Infanto Juvenil são: Paixão, Atitude, Trabalho em Equipe e Honra.

PAIXÃO
Como você tem visto o seu trabalho ministerial?

  • Uma tarefa chata?
  • Só mais um cargo?
  • Uma forma de se aparecer?
  • Ato de adoração a Deus?
  • Uma forma de demonstrar meu amor a Deus.

Colossenses 3:23 – “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.”
Efésios 6:6 – “Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus; Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens. Sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre.

O que você tem feito é para agradar a Deus ou aos homens? O amor que você tem demonstrado é verdadeiro?Deus quer que desempenhemos um ministério sincero e abençoado junto as crianças e adolescentes.

O que é paixão? Segundo o dicionário Paixão quer dizer: Grande inclinação ou predileção, afeto violento, amor ardente, pena, cuidado, trabalho.

Você tem apaixonado-se por este trabalho todos os dias? Está é a única fórmula para exercer um ministério  frutífero. Saiba que você tem a responsabilidade de ganhar a almas destas crianças e adolescentes para Cristo!

ATITUDE
Qual tem sido sua disposição para este trabalho?

  • Tristeza?
  • Descaso?
  • Indiferença?
  • Indisposição?
  • Desleixo?
  • Relaxo?
  • Alegria?
  • Esforço?
  • Satisfação?

Filipenses 4:4 – “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.”
Eclesiastes 9:10 – “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”

 Qual tem sido o seu sentimento quanto a este ministério?

É com pesar que ouvimos muitas pessoas comentar: “Mas só são crianças! “Não vou perder meu tempo, só uma veio ao ensaio!” Saiba que Deus preocupa-se com as crianças e morreu por elas também. Jesus quando fala aos discípulos sobre o reino dos céus e fala que devemos ser como crianças para entrar no reino do céu.

Então… Valorize esta responsabilidade que Deus lhe confiou, saiba que todas as nossas obras serão avaliadas por Deus, sejam boas ou más. Trate seus alunos com carinho e amor. Zele pelas suas almas. Exerça o ministério com amor que Deus recompensar-lhe-á com bençãos incontáveis!

TRABALHO EM EQUIPE
Qual tem sido o seu método de trabalho com relação à equipe?

  • Prefiro trabalhar em equipe.
  • Prefiro trabalhar sozinho.
  • Sou mais eu!
  • Não vou dividir o meu espaço!
  • Este trabalho é meu!
  • Cheguei primeiro!
  • “Melhor só que mal acompanhando!”

Eclesiastes 4:9-12 – “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho.Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará? E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.”

Sabemos que não faltam oportunidades de trabalho no Ministério Infanto Juvenil… Quantas horas por ano gastamos em confecção de lembrancinhas, decorações, lições bíblicas, ensaios e peças? Sendo assim, nada é mais prejudicial a este trabalho que uma equipe desunida… Sem união não fazemos nada! Os projetos nunca sairão do papel. se não houver pessoas para executá-los. Só com uma equipe que fala a mesma língua, consegue desenvolver um ministério dinâmico que louva a Deus.

Se você tem dificuldades em trabalhar em equipe, ore a Deus e peça-lhe sabedoria para tratar com o próximo, Você sente-se vocacionado por Deus para esta obra, então não pode deixe que o ciúmes, a inveja ou a contenda atrapalhe o seu ministério. Seja sábio (a)!

HONRA
Como tem sido o seu relacionamento com os outros membros da equipe?

  • Com falsidade?
  • Com desrespeito?
  • Com acepção?
  • Com preconceito?
  • Com altivez?
  • Com amor?
  • Com empatia?
  • Com presteza?
  • Com fidelidade?

Romanos 12:10 – “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.”
Gálatas 5:13-15 – “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros.”
Efésios 4.4 – “Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.”
Efésios 4.32 – “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”

Somos exemplos de nossos alunos e devemos demonstrar a eles o amor fraternal dentro da equipe. Uma equipe que vive com contenda e fofocas não sobrevive. A inimizade destrói todos os alicerces da amizade e dá espaço para o inimigo trabalhar em nossas vidas.

Honre o trabalho do seu irmão (ã), seja compreensivo (a), faça a sua parte, não sobrecarregue o próximo por faltar com as suas responsabilidades. Deus deve ser pioridade em nossa vida! Nao dê a sobra do seu tempo a Deus… Se você não há condições de exercer um ministério responsável (por motivo de trabalho, escola, etc), abra espaço para quem dispõe de tempo! Muitos abrem mão desta atividade, pois pensam que Deus vai cobrá-los (as) , mas eu me pergunto: “E se não fizermos, Deus não nos cobrará da mesma forma?” Lembremo-nos da parábola do mancebo infiel e não sigamos este exemplo!

CONCLUSÃO
Avalie seu ministério, mude sua atitude, procure se especializar para a obra que foi vocacionado! Ore a Deus e peça que Ele o(a) capacite e … Mãos a obra! Que Deus abençõe grandemente seu ministério!

2 Timóteo 2:15 – “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”
Lucas 9:62 – “E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus.”
I Coríntios 15:58 –“Portantos, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, vosso trabalho não é vão.”

Por Michele Souza

Vice -Líder Depto Infanto Juvenil

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Receita caseira de massinha para modelar

Produzir massa de modelar pode se tornar uma atividades bastante divertida. O local ideal para preparar a massa é a cozinha. Prepare o local, separe os utensílios a serem utilizados, solte sua imaginacão e mãos a obra!!!

Veja como é fácil:

  • 2 xícaras (cerca de 250 ml) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (cerca de 125 ml) de sal;
  • Água suficiente para dar consistência de pão à massa (pouco mais do que 1 xícara);
  • 2 colheres de sopa de óleo comestível.
    Se preferir, o óleo de amêndoa deixa um cheiro agradável nas mãos;
  • Corante comestível de várias cores.
    Se optar por anilina, verifique se está escrito “comestível” na embalagem. É o mesmo tipo usado para enfeitar bolos.
    Outra opção é o coloral de origem vegetal ou pó de suco instantâneo.

 

Junte a farinha ao sal, obtendo uma mistura homogênea.

Adicione corante à água que será usada para dar consistência à massa.

Aos poucos, misture a água corada à mistura de farinha e sal, e vá misturando até obter um ponto de massa de pão.

Se você quiser obter uma cor mais forte, adicione mais corante à massa.

Por fim, adicione aos poucos o óleo e misture bem a massa.

 
Fonte: Dê uma atividade ao seu filho, Boston Children’s Medical Center e Elisabeth M.Gregg, Editora José Olímpio

Teste Motivacional para Líderes & Professores

As atitudes, decisões e ações em sala de aula são essenciais para criar um ambiente motivador. Ao responder com a máxima honestidade esse teste, você vai descobrir se está pondo lenha na fogueira da motivação dos alunos ou despejando nela baldes de água fria.

 ATENÇÃO: Selecione, no máximo, duas alternativas em cada item, com exceção do item 4, no qual você poderá escolher todas as alternativas verdadeiras para o seu caso. Ao final, consulte o gabarito, some os pontos que você fez e veja em qual faixa você se encontra. (Anote as respostas em uma folha e depois compare com o gabarito).

1 – A aula vai começar. Assinale a frase que melhor traduz o seu estado de espírito.

a -“Será que vou ter forças para sobreviver até sexta feira nesta escola ?”

b – “O primeiro aluno que bancar o engraçadinho na sala de aula vai se ver comigo. Eles querem guerra? Pois vão ter!”

c – “Tomara que esta semana seja bem melhor que a anterior.”

d – “Preparei um monte de desafios interessantes para as próximas aulas. Estou louco(a) para ver como eles vão reagir”.

2 – Marque os comentários que mais correspondem ao que você, em geral, sente por seus alunos.

a – “Adoraria se fossem raptados coletivamente por um disco voador.” 

b – “A maioria é boa, mas alguns não querem nada com nada.”

c – “São muito diferentes, fazem coisas que às vezes me emocionam e outras me deixam de cabelos em pé, mas gosto muito de todos eles”.

d – “Procuro compreendê-los.”

3 – Assinale as afirmações que você poderia fazer , em relação à(s) disciplinas(s) que ensina.

a – “Domino completamente o conteúdo e a metodologia e não preciso aprender mais. 

b – ” Interesso-me bastante e procuro, no dia a dia, aperfeiçoar o domínio do conteúdo e da metodologia.

c – “Muitas vezes preciso ensinar coisas que estão no currículo, mas não me interessam e não sei ao certo para que servem na vida real .” 

4 – Assinale todas as afirmações que você poderia fazer em relação às suas atitudes durante as aulas.

a – Procuro estimular os alunos a questionar as minhas idéias.

b – Estou sempre disposto(a) a ajudar.

c – Tenho dificuldades em criar um ambiente descontraído.

d – Faço com que os alunos compreendam que errar faz parte da aprendizagem.

e – Não costumo aceitar decisões da classe.

f – Antes de dar a minha opinião, escuto as dos alunos.

g – Na maior parte do tempo, a palavra está comigo. Raramente faço perguntas, desafio os alunos com problemas ou os estimulo a agir. 

5 – O que você sabe sobre os seus alunos ?

a – O nome dos que mais se destacam.

b – Características gerais, como nível sócio-econômico e cultural das famílias.

c – Seus principais interesses, sonhos e preocupações.

6 – Um(a) colega conta que, antes de iniciar a aula, reserva alguns minutos para uma “roda da conversa”, para que os alunos tenham a oportunidade de contar alguma novidade, comentar uma notícia, dizer como estão se sentindo e planejar com o(a) professor(a ) o que vão fazer . Você…

a – …pensa : “Quanta perda de tempo! Desse jeito ele(a) nunca vai vencer o conteúdo”. 

b – …pergunta: “E como você utiliza, na sua aula, as informações que os alunos trazem para essa roda da conversa?”. 

c – …pergunta: “E como você utiliza, na sua aula, as informações que os alunos trazem para essa roda da conversa?”. 

7 – Você vai começar a trabalhar um novo tema com os alunos. Como procede?

a – Explico o assunto da forma mais clara possível.

b – Faço perguntas para descobrir o que os alunos já sabem sobre o assunto.

c – Procuro relacionar o assunto com a vida cotidiana e com os interesses da turma. 

8 – Assinale o tipo de estratégia que você usa mais freqüentemente em sala de aula.

a – Exposições orais, cópias e ditados.

b – Trabalhos em grupo e estudos do meio.

c – Projetos que encorajam os alunos a resolver problemas reais, a fazer algo que seja interessante para eles, utilizando os conhecimentos adquiridos. 

9 – Ao entrar na sala, você percebe que o ambiente está sujo e muito bagunçado. Que atitude toma ?

a – Nenhuma. O importante é começar a aula o quanto antes.

b – Chama alguém da diretoria para ver o estado deplorável da sala e tomar providências. 

c – Pergunta aos alunos o que aconteceu e, depois de ouvi-los, convida-os a, junto com você, rapidamente organizar o espaço antes de iniciar a aula. 

10 – Assinale os recursos que estão à disposição dos alunos e que você utiliza regularmente.

a – Quadro negro e giz.

b – “Cantinhos” com materiais relativos a diferentes áreas do conhecimento, computador, oportunidades de participar de excursões, visitas a museus, teatros…

c – Livros, dicionários, jornais e revistas.

11 – Você utiliza os resultados das avaliações …

a – …verificando quais alunos estão com desempenho abaixo da média e providenciando medidas de recuperação.

b – …elogiando os melhores alunos e deixando bem claro aos demais o quanto são incapazes.

c – …mostrando o quanto os alunos avançaram e convidando cada um a comparar os resultados que obteve com as metas que havia estabelecido para si mesmo. 

Gabarito

Questão

A

B

C

D

E

F

G

1

0

0

1

2

 

 

 

2

0

0

2

1

 

 

 

3

0

1

0

 

 

 

 

4

1

1

0

1

0

1

0

5

0

1

2

 

 

 

 

6

0

1

1

 

 

 

 

7

0

1

2

 

 

 

 

8

0

1

2

 

 

 

 

9

0

1

2

 

 

 

 

10

0

2

1

 

 

 

 

11

1

0

2

 

 

 

 

Resultados:

Menos de 13 pontos
Água Gelada: Alerta vermelho! A desmotivação está colocando em perigo sua realização pessoal e a aprendizagem dos alunos

Entre 14 e 21 pontos
Vento na Fogueira: Você faz o possível para estar atento(a) às necessidades dos alunos e apresentar a eles objetivos e tarefas que lhes permitam satisfazê-las.

Mais de 21 pontos
Gasolina Pura: Parabéns! Você adora o que faz, e seus alunos estão descobrindo o prazer de nunca perder a motivação de aprender.

Madza Ednir é pedagoga e presta serviços de consultoria em comunicação e educação ao Centro de Criação de Imagem Popular (CECIP), à Fundação Victor Civita e ao Instituto Ayrton Senna, onde edita o jornal “Campeão de Cidadania”. É co-autora do conjunto de publicações “Todos pela Educação no Município” (CECIP/Unicef, 1992), que divulgam as recomendações de Jomtien no Brasil, de cartilhas, de manuais e de uma fotonovela, buscando tornar acessíveis a amplas camadas da população os seus direitos de cidadania. Foi editora de jornais dirigidos a educadores, como o “Paulicéia Educação”, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (1983-1985) e o “Escola Agora”, da Secretaria de Estado de Educação de São Paulo (1995-1998).

Fonte: Revista Nova Escola, Editora Abril

Sete Necessidades Básicas da Criança

1.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE UM SENTIDO, DE SIGNIFICADO

        Os seres humanos necessitam ser notados, apreciados e amados como são, caso devam ter um sentido de significado. Não conseguiremos viver conosco mesmos se sentirmos que não temos valor ou se gostamos de nós mesmos.

        De que forma podemos desenvolver este senso de significado? Investir no relacionamento conjugal, demonstrando amor um pelo outro diante dos filhos.

        As crianças não devem ser o centro de nossas atenções. As crianças devem ser respeitadas em seu processo de maturação, não podem ser forçadas a alcançar posições superiores às suas possibilidades.

Atitudes dos pais que podem gerar o complexo de inferioridade nos filhos:

  • Elogios freqüentes a um dos irmãos;
  • Ferir o auto-respeito;
  • Exposição da criança ao ridículo, sarcasmo, zombaria, desprezo.

Como construir um sentido de significado?

  • Elogiar a criança pelos seus pequenos serviços e atitudes. Como diz Bruno Bettelleim “A convicção sobre o próprio valor só pode resultar do sentimento que a pessoa tem de que seu trabalho é importante e que ela se desempenha bem dele.” 
  • Apresentar a criança a outros pelo nome. 
  • Permitir que a criança fale por si mesma quando alguém lhe faz perguntas.
  • Respeitar as opiniões e sentimentos da criança.
  • Passar mais tempo com a criança, dando a devida atenção.
  • Confiar nelas para que desenvolvam um senso de dignidade.

 

2.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE SEGURANÇA

Condições que criam insegurança:

  • Conflitos mal-resolvidos entre os pais que não sabem lidar com as diferenças de opinião.
  • Mobilidade constante traz dificuldades de ajustamento aos novos locais e pessoas.
  • Falta de disciplina, de limites estabelecidos.
  • Ausência dos pais em casa.
  • Críticas freqüentes provocam sentimento de fracasso e incompetência.
  • Pais que dão presentes e dinheiro, mas não dispõem de tempo, nem demonstram amor pelos filhos.
  • Insegurança e ansiedade dos pais.

Condições que criam segurança:

  • Harmonia, lealdade e comprometimento dos pais em seu casamento.
  • Certeza do amor dos pais que se concretiza em gestos de afeto.
  • União na família, para o alcance de metas, gera o senso de estabilidade.
  • Manutenção da rotina, horário habitual para as refeições e sono.
  • Disciplina administrada de forma amorosa.
  • Administração de toque (abraços, colo, carícias, beijos etc.)
  • Sensação de “pertencimento” para sentir-se aceita, valorizada e digna de valor.

 

3.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE ACEITAÇÃO

        Assim como a saúde do corpo depende da alimentação e de exercícios físicos adequados, a saúde emocional depende da auto-estima, senso de utilidade, aceitação e valorização.

Por que as crianças sentem falta de aceitação?

  • Críticas constantes que geram sentimentos de fracasso, rejeição e desajustes.
  • Comparar a criança com outros, em nível de desempenho e competências.
  • Querer que as crianças atendam às expectativas da juventude dos pais.
  • Superproteger a criança faz com que se sinta incapaz de realizar tarefas.
  • Manter expectativas frustradas, revelando-as aos seus filhos.

O que dá lugar ao sentimento de aceitação?

  • A criança deve ser tratada e apreciada como única, ter certeza de que é amada do jeito que é.
  • Auxiliar a criança a descobrir o prazer de realizar algumas atividades.
  • Permitir que a criança descubra que é amada, desejada e apreciada.
  • Aceitar as amizades do filho.
  • Manter a sinceridade e não ter receio de revelar suas fraquezas.
  • Ouvir os filhos com o coração.
  • Valorizar o filho, tratando-o como uma pessoa de valor.
  • Contribuir para que os interesses e qualidades singulares da criança se desenvolvam.

 

4.   AS CRIANÇAS PRECISAM AMAR E SER AMADAS

        “A suprema felicidade da vida está na convicção de que somos amados.” (Victor Hugo)

        A forma como estendemos amor a nossos filhos afetará profundamente a nossa forma de nos relacionarmos com os outros. Amar e ser amado produz a sensação de pertencimento que produz a segurança necessária para enfrentar a vida.

Seus filhos sabem que são amados?

  • Aprendemos a amar, pois nascemos com capacidade para isto.
  • Correspondemos ao amor que nos é demonstrado.
  • Ensinamos o nosso filho acerca do amor de Deus e da beleza do sexo quando expressamos, diante dEle, o amor pelo cônjuge.
  • Demonstramos o amor quando o comunicamos através de palavras e de gestos.
  • Amamos quando revelamos o prazer que sentimos na companhia do outro.
  • O amor é demonstrado quando demonstramos que confiamos nos nossos filhos.
  • Ouvir os filhos é uma das melhores formas de amá-los e termos a certeza de que seremos ouvidos no futuro.
  • Este nobre sentimento contribui para compartilharmos experiências, as quais promovem a união, compreensão e comunicação.
  • Quem ama, constrói relacionamentos francos e confortáveis, atentando para a verdadeira identidade da criança.
  • As pessoas amadas sabem que são mais importantes que as coisas.

 

5.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE ELOGIOS

        Tornamos as pessoas belas quando as louvamos e encorajamos com sinceridade. Precisamos de calor e ternura para mudar para melhor. Os nossos problemas de identidade são causados pelas críticas. O elogio não estraga a criança. Mas, se ela não o receber, passará a buscá-lo de forma errônea.

  • Deve-se elogiar o desempenho da criança e não a sua personalidade, sempre apontando para o progresso e evolução da criança.
  • O louvor deve ser dado pelas pessoas que ocupam uma posição privilegiada no cotidiano da criança. Dessa forma, se promoverá a generosidade, iniciativa e cooperação.
  • O elogio deve ser sincero.
  • A criança deve ser elogiada pelas ações de iniciativa própria.
  • As atitudes dos pais são tão importantes quanto às palavras de ânimo.

 

6.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE DISCIPLINA

         Disciplinar a criança exige sabedoria, paciência e persistência. Não basta haver amor por parte dos pais. Os sentimentos de cordialidade, afeição e amor devem ser temperados com conhecimento, compreensão e auto-controle.

         Se a criança tiver liberdade ilimitada, certamente se assustará e se tornará insegura. A verdadeira liberdade será alcançada quando houver limites. Estes limites devem ser bem compreendidos e colocados em prática.

DEFINIÇÃO DE DISCIPLINA. A disciplina é no geral definida como castigo  que produz obediência.Este conceito é muito limitado. A palavra disciplina deriva de discípulo. Tanto disciplina como discípulo têm origem no termo latino para pupilo, significando instruir, educar e treinar. A disciplina envolve a modelagem total do caráter da criança,encorajando o bom comportamento e corrigindo aquele que é inaceitável. O castigo é a parte da disciplina que fornece uma restrição curta e temporária.

         O castigo do mau comportamento não produz automaticamente o bom comportamento. A disciplina inclui também a responsabilidade dos pais em obter, encorajar, construir o bom comportamento em substituição ao mau. A disciplina inclui tanto o cultivo como a restrição – dois elementos necessários para a vida. Um bom jardineiro cultiva e poda suas plantas a fim de obter bons frutos. As ervas daninhas florescem naturalmente sem cuidado especial.

         Treinamento é o que devemos fornecer a nossos filhos. Ao encarar a disciplina nesses termos mais amplos, compreendemos que os métodos a serem aplicados podem variar muito mais do que pensamos geralmente. A disciplina inclui tudo que um pai faz ou diz para ajudar seu filho a aprender e desenvolver-se na direção da maturidade.

PROPÓSITOS DA DISCIPLINA. Os pais devem perguntar continuamente a si mesmos: Qual o objetivo final que desejo alcançar no treinamento de meus filhos?

MÉTODOS DE DISCIPLINA. A reação da criança, à disciplina dos pais, tem muito mais significado do que o método usado.”

Os métodos de disciplina podem ser resumidos em três categorias:

  • Regulamento – estabelecimento de regras.
  • Imitação – o modelo da criança está nas ações dos pais, do que são, fazem e dizem.
  • Inspiração – resultante da felicidade e satisfação dos pais.

        A disciplina e o controle só vão funcionar quando há estrutura de bons sentimentos, afeição e alegria.

Os cinco princípios de disciplina do Dr. James Dobson:

  1. Desenvolver respeito pelos pais, atentando para os seus princípios religiosos.
  2. Reconhecer que a comunicação no geral melhora depois do castigo.
  3. Controle sem implicância.
  4. Não saturar o filho com excessivo materialismo.
  5. Evitar extremos no controle e no amor.

 

7.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE DEUS

             As primeiras orientações bíblicas para os pais estão em Dt 6. 6-8.

  •  Os pais devem ter, em primeiro lugar, comunhão com Deus: conhecer o caminho, mostrá-lo e seguir através dele. A compreensão do amor de Deus, misericórida, perdão, aceitação e a verdade da Palavra de Deus resultará do relacionamento familiar.
  • O treinamento religioso é responsabilidade direta dos pais. A colaboração e encorajamento dos pais são os pré-requisitos para o desenvolvimento espiritual da criança na igreja. 

Observando o texto bíblico de Sl 78. 1-8, verificamos os três propósitos da instrução:

  1. Depositar fé em Deus;
  2. Lembrar-se das obras divinas, guardando os seus mandamentos;
  3. Impedir o descontrole, teimosia e rebeldia.
  •  A instrução deve ser constante, contínua. Até os quinze anos, a criança normal pode fazer até 500.000 perguntas. A ausência de ensino sobre Deus pode expor a criança a toda sorte de falsos deuses e filosofia.
  • A maior parte da orientação é comunicada através do exemplo.

Este texto é uma síntese do livro: Sete necessidades básicas da criança

DRESCHER, John, M. Sete necessidades básicas da criança. Trad. Neyd Siqueira. 12. ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999. (p.82-3).

10 Erros que um Líder de Adolescentes não pode cometer!

DEZ ERROS QUE UM LÍDER DE ADOLESCENTES NÃO PODE COMETER! 

 1º. AGRADAR OS ADOLESCENTES mais que agradar ao Senhor. Optar por agitar e não transformar os adolescentes. 

2º. ATRAIR OS ADOLESCENTES para Jesus, mas usando valores mundanos. Baladinha no escurinho, etc. A atração é o Evangelho do Senhor Jesus e seus dis cípulos transformados.              

3º. CONFUNDIR DEPENDER DO ESPÍRITO SANTO com desleixo ministerial. Líderes que fazem o serviço entre os adolescentes de qualquer maneira, sem planejamento.                 

4º. DAR AOS ADOLESCENTES o que eles querem e não o que eles precisam. Preocupado em manter sua imagem o líder só traz “sorvetes e chocolates” para seus adolescentes.

 5º. TROCAR EVANGELIZAR por trazer a Igreja. Buscar adeptos para o movimento e não conversão ao Senhor Jesus.                                    

6º. ACHAR QUE GESTOS E COREOGRAFIAS explicitam consagração. Nem sempre o que um adolescente é no altar (palco) é o que ele é de fato em casa, na escola, na rua… 

7º. MEDIR EMPOLGAÇÃO POR JESUS na proporção do barulho (decibéis). Uma atitude fala muito mais do que mil aleluias! 

8º. NEGLIGENCIAR OS PAIS DOS ADOLESCENTES. Um ministério completo implica no envolver dos pais dos adolescentes.                                                                                          

9º. ENVOLVER-SE NA OBRA DO SENHOR sem estar envolvido com o Senhor da Obra. Ativismo na Igreja não substitui sua intimidade com o Senhor! 

10º. TRATAR OS ADOLESCENTES como crianças inocentes e isentas de responsabilidades. Jesus com 12 anos já tinha sua identidade e vocação definida. (Lc 2: 41-52)

 Wanderley Rangel filho – pavi – www.pavi.psc.br

Preparando o Adolescente para a Vida

Livro Sem Palavras

Livro Sem Palavras

Indicações de Livros

1. “101 Idéias criativas para culto doméstico” de David J. Merkh (ISBN: 8589320162)

Apresenta idéias variadas para um momento devocional familiar, alegre e dinâmico.

O livro orienta a aplicação de Dinâmicas, Técnicas de memorização e outras atividades auxiliares ao ensino da Bíblia no contexto doméstico.

2.”Crianças Precisam de Libertação?” de Jesher Cardoso (ISBN: 8588606275)

Depois de experiências práticas em ministrar coletiva e individualmente para mais de duas mil crianças, com idades entre zero e 12 anos, e realizado treinamento para mais de mil pastores e líderes, escrevemos este livro, com a esperança que ajudará muitos pastores, líderes, professores e pais na Libertação e Cura das crianças.

Algumas perguntas respondidas por este livro:

  • Crianças ficam endemoninhadas?
  • Rejeição causa homossexualismo?
  • Eclampsia e pré-eclampsia causam traumas na criança?
  • Como as maldições atingem as crianças?
  • Livros, fitas de vídeo, brinquedos podem trazer opressão sobre as crianças?

 

3.  “Pastoreando as Crianças Desta Geração” de Claudia Guimaraes (ISBN: 8573678305)

Com vasta atuação no ministério com crianças, Cláudia Guimarães aborda nesta valiosíssima obra as diversas facetas do ministério infantil. Também apresenta princípios bíblicos e sugestões que vão aprimorar eficazmente a visão ministerial de sua igreja.

Ferramenta indispensável para pais, professores e líderes de ministério infantil, Pastoreando as crianças desta geração é um apelo apaixonado à excelência do trabalho com os melhores e mais preciosos agentes do Reino: as crianças!

Sua vida será impactada com a palavra e a visão de Deus a respeito do ministério infantil. Acredite!