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Receita caseira de massinha para modelar

Produzir massa de modelar pode se tornar uma atividades bastante divertida. O local ideal para preparar a massa é a cozinha. Prepare o local, separe os utensílios a serem utilizados, solte sua imaginacão e mãos a obra!!!

Veja como é fácil:

  • 2 xícaras (cerca de 250 ml) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (cerca de 125 ml) de sal;
  • Água suficiente para dar consistência de pão à massa (pouco mais do que 1 xícara);
  • 2 colheres de sopa de óleo comestível.
    Se preferir, o óleo de amêndoa deixa um cheiro agradável nas mãos;
  • Corante comestível de várias cores.
    Se optar por anilina, verifique se está escrito “comestível” na embalagem. É o mesmo tipo usado para enfeitar bolos.
    Outra opção é o coloral de origem vegetal ou pó de suco instantâneo.

 

Junte a farinha ao sal, obtendo uma mistura homogênea.

Adicione corante à água que será usada para dar consistência à massa.

Aos poucos, misture a água corada à mistura de farinha e sal, e vá misturando até obter um ponto de massa de pão.

Se você quiser obter uma cor mais forte, adicione mais corante à massa.

Por fim, adicione aos poucos o óleo e misture bem a massa.

 
Fonte: Dê uma atividade ao seu filho, Boston Children’s Medical Center e Elisabeth M.Gregg, Editora José Olímpio

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Normas de uma Boa Criação

  1. Ore por seu filho antes de nascer, e continue a orar depois do nascimento. Você é responsável de prepará-lo para a vida neste mundo e na eternidade.
  2. Esteja certo que ele compreende o que se espera dele. A maior parte do Livro de Provérbios é formada de conselhos específicos de um pai ao seu filho. Evite usar palavras ásperas e enfurecidas.
  3. Não tema dizer “não” e quando o disser; que seja assim. Ajude-o a aprender a ser respeitável praticando uma disciplina razoável, consistente, amorosa e imediata. Trate-o como alguém importante e o aceite como é.
  4. Esforce-se para levá-lo a um conhecimento de Jesus Cristo como Salvador. Use todos os meios de ganhá-lo para Deus.
  5. Encare-o como uma pessoa crescendo e se desenvolvendo como qualquer outra. O crescimento das crianças é um processo que leva anos.
  6. Mantenha a prática diária da leitura bíblica e da oração, mas especialmente viva de acordo com suas convicções. Seus filhos apreenderão mais pelo exemplo do que por preceito.
  7. Quando ele tiver problemas, não perca o controle. Não grite com ele.
  8. Chame mais atenção às atitudes e características cristãs, do que ao desempenho e destreza esportiva, artística, vestuário, beleza exterior ou inteligência.
  9. Proporcione-lhe liberdade para tomar decisões quando questões sérias estiverem em jogo. Seu algo deve ser de levar o seu filho à maturidade cristã e não à dependência de você.
  10. Tenha reuniões familiares onde vocês conversarão sobre férias, escola, tarefas, problemas, devoções e projetos familiares.
  11. Transmita otimismo e expectativa. Nunca sugira que você está desistindo dele e resignado por ele ter falhado.
  12. Crie oportunidades para elogiá-lo Expresse sua apreciação a ele freqüentemente. Dê-lhe muito carinho. Esteja livre para expressar seu amor através de palavras e ações.
  13. Nunca lhe dê uma repreensão (bronca) depois de outra. Não faça ameaças que não tenha intenção de cumprir.
  14. Quando você comete um engano com ele, reconheça e peça-lhe perdão.
  15. Peça sua opinião – inclua-o em algumas discussões sobre as atividades da família.
  16. Deixe seu filho se aproximar com seus problemas, dificuldades e preocupações. Aprenda a ser um bom ouvinte. Quando ele precisar de você dê-lhe atenção. Evite adivinhar, interromper ou criticar o que ele quer dizer.
  17. “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele.” (Pv 22:6)

Fonte: Evangelical Times

10 Razões para o Culto Doméstico

  1.  Porque nos dispõe para enfrentarmos as tarefas diárias com um coração mais alegre, torna-nos mais fortes para o trabalho, mais dedicados ao nosso dever e predispõe-nos a glorificar a Deus em tudo que fizermos. Ler Colossenses 3.17.
  2. Porque nos dá força para enfrentarmos o desânimo, as decepções, as adversidades inesperadas e as frustrações com que nos deparamos. Ler Hebreus 2.18. 
  3. Porque nos torna mais cônscios, no decorrer do dia, da presença reconfortante do Deus que nos ajuda a vencer pensamentos impuros e outros inimigos quaisquer, que porventura vierem atacar-nos. Ler Filipenses 4.4-7.
  4. Porque o culto doméstico suaviza as asperezas do relacionamento no lar e enriquece grandemente o convívio em família. Ler Efésios 6.1-9.
  5. Porque esclarece os mal-entendidos e tende a aliviar as tensões que por vezes invadem o ambiente sagrado do lar. Ler Romanos 12.9-11.
  6. Porque o culto doméstico ajuda a manter na fé os filhos que saem de casa, afastando-se da influência dos pais. Na maioria dos casos, é o culto doméstico que mais tarde irá determinar a salvação de filhos de lares crentes. Ler II Timóteo 3.15-17.
  7. Porque ele poderá ter influência sadia e santa sobre as pessoas que possam estar visitando a família. Ler Romanos 14.7-9.
  8. Porque o culto doméstico reforça o trabalho pastoral e, além disso, estimula em muito a participação na Igreja. Ler Romanos 15.6-7.
  9. Porque o culto doméstico faz de um lar exemplo e estímulo a outros lares, para que tenham a mesma vida de devoção e adoração a Deus. Ler Atos 2.46,47.
  10. Porque a palavra de Deus ensina que devemos fazer o culto doméstico. Ao obedecermos a Deus, estamos dando honra àquele que é o doador de todo o bem e fonte de toda a benção. Ler Romanos 12.1,2.

Fonte:  W.E.Beiderwolf

Sete Necessidades Básicas da Criança

1.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE UM SENTIDO, DE SIGNIFICADO

        Os seres humanos necessitam ser notados, apreciados e amados como são, caso devam ter um sentido de significado. Não conseguiremos viver conosco mesmos se sentirmos que não temos valor ou se gostamos de nós mesmos.

        De que forma podemos desenvolver este senso de significado? Investir no relacionamento conjugal, demonstrando amor um pelo outro diante dos filhos.

        As crianças não devem ser o centro de nossas atenções. As crianças devem ser respeitadas em seu processo de maturação, não podem ser forçadas a alcançar posições superiores às suas possibilidades.

Atitudes dos pais que podem gerar o complexo de inferioridade nos filhos:

  • Elogios freqüentes a um dos irmãos;
  • Ferir o auto-respeito;
  • Exposição da criança ao ridículo, sarcasmo, zombaria, desprezo.

Como construir um sentido de significado?

  • Elogiar a criança pelos seus pequenos serviços e atitudes. Como diz Bruno Bettelleim “A convicção sobre o próprio valor só pode resultar do sentimento que a pessoa tem de que seu trabalho é importante e que ela se desempenha bem dele.” 
  • Apresentar a criança a outros pelo nome. 
  • Permitir que a criança fale por si mesma quando alguém lhe faz perguntas.
  • Respeitar as opiniões e sentimentos da criança.
  • Passar mais tempo com a criança, dando a devida atenção.
  • Confiar nelas para que desenvolvam um senso de dignidade.

 

2.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE SEGURANÇA

Condições que criam insegurança:

  • Conflitos mal-resolvidos entre os pais que não sabem lidar com as diferenças de opinião.
  • Mobilidade constante traz dificuldades de ajustamento aos novos locais e pessoas.
  • Falta de disciplina, de limites estabelecidos.
  • Ausência dos pais em casa.
  • Críticas freqüentes provocam sentimento de fracasso e incompetência.
  • Pais que dão presentes e dinheiro, mas não dispõem de tempo, nem demonstram amor pelos filhos.
  • Insegurança e ansiedade dos pais.

Condições que criam segurança:

  • Harmonia, lealdade e comprometimento dos pais em seu casamento.
  • Certeza do amor dos pais que se concretiza em gestos de afeto.
  • União na família, para o alcance de metas, gera o senso de estabilidade.
  • Manutenção da rotina, horário habitual para as refeições e sono.
  • Disciplina administrada de forma amorosa.
  • Administração de toque (abraços, colo, carícias, beijos etc.)
  • Sensação de “pertencimento” para sentir-se aceita, valorizada e digna de valor.

 

3.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE ACEITAÇÃO

        Assim como a saúde do corpo depende da alimentação e de exercícios físicos adequados, a saúde emocional depende da auto-estima, senso de utilidade, aceitação e valorização.

Por que as crianças sentem falta de aceitação?

  • Críticas constantes que geram sentimentos de fracasso, rejeição e desajustes.
  • Comparar a criança com outros, em nível de desempenho e competências.
  • Querer que as crianças atendam às expectativas da juventude dos pais.
  • Superproteger a criança faz com que se sinta incapaz de realizar tarefas.
  • Manter expectativas frustradas, revelando-as aos seus filhos.

O que dá lugar ao sentimento de aceitação?

  • A criança deve ser tratada e apreciada como única, ter certeza de que é amada do jeito que é.
  • Auxiliar a criança a descobrir o prazer de realizar algumas atividades.
  • Permitir que a criança descubra que é amada, desejada e apreciada.
  • Aceitar as amizades do filho.
  • Manter a sinceridade e não ter receio de revelar suas fraquezas.
  • Ouvir os filhos com o coração.
  • Valorizar o filho, tratando-o como uma pessoa de valor.
  • Contribuir para que os interesses e qualidades singulares da criança se desenvolvam.

 

4.   AS CRIANÇAS PRECISAM AMAR E SER AMADAS

        “A suprema felicidade da vida está na convicção de que somos amados.” (Victor Hugo)

        A forma como estendemos amor a nossos filhos afetará profundamente a nossa forma de nos relacionarmos com os outros. Amar e ser amado produz a sensação de pertencimento que produz a segurança necessária para enfrentar a vida.

Seus filhos sabem que são amados?

  • Aprendemos a amar, pois nascemos com capacidade para isto.
  • Correspondemos ao amor que nos é demonstrado.
  • Ensinamos o nosso filho acerca do amor de Deus e da beleza do sexo quando expressamos, diante dEle, o amor pelo cônjuge.
  • Demonstramos o amor quando o comunicamos através de palavras e de gestos.
  • Amamos quando revelamos o prazer que sentimos na companhia do outro.
  • O amor é demonstrado quando demonstramos que confiamos nos nossos filhos.
  • Ouvir os filhos é uma das melhores formas de amá-los e termos a certeza de que seremos ouvidos no futuro.
  • Este nobre sentimento contribui para compartilharmos experiências, as quais promovem a união, compreensão e comunicação.
  • Quem ama, constrói relacionamentos francos e confortáveis, atentando para a verdadeira identidade da criança.
  • As pessoas amadas sabem que são mais importantes que as coisas.

 

5.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE ELOGIOS

        Tornamos as pessoas belas quando as louvamos e encorajamos com sinceridade. Precisamos de calor e ternura para mudar para melhor. Os nossos problemas de identidade são causados pelas críticas. O elogio não estraga a criança. Mas, se ela não o receber, passará a buscá-lo de forma errônea.

  • Deve-se elogiar o desempenho da criança e não a sua personalidade, sempre apontando para o progresso e evolução da criança.
  • O louvor deve ser dado pelas pessoas que ocupam uma posição privilegiada no cotidiano da criança. Dessa forma, se promoverá a generosidade, iniciativa e cooperação.
  • O elogio deve ser sincero.
  • A criança deve ser elogiada pelas ações de iniciativa própria.
  • As atitudes dos pais são tão importantes quanto às palavras de ânimo.

 

6.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE DISCIPLINA

         Disciplinar a criança exige sabedoria, paciência e persistência. Não basta haver amor por parte dos pais. Os sentimentos de cordialidade, afeição e amor devem ser temperados com conhecimento, compreensão e auto-controle.

         Se a criança tiver liberdade ilimitada, certamente se assustará e se tornará insegura. A verdadeira liberdade será alcançada quando houver limites. Estes limites devem ser bem compreendidos e colocados em prática.

DEFINIÇÃO DE DISCIPLINA. A disciplina é no geral definida como castigo  que produz obediência.Este conceito é muito limitado. A palavra disciplina deriva de discípulo. Tanto disciplina como discípulo têm origem no termo latino para pupilo, significando instruir, educar e treinar. A disciplina envolve a modelagem total do caráter da criança,encorajando o bom comportamento e corrigindo aquele que é inaceitável. O castigo é a parte da disciplina que fornece uma restrição curta e temporária.

         O castigo do mau comportamento não produz automaticamente o bom comportamento. A disciplina inclui também a responsabilidade dos pais em obter, encorajar, construir o bom comportamento em substituição ao mau. A disciplina inclui tanto o cultivo como a restrição – dois elementos necessários para a vida. Um bom jardineiro cultiva e poda suas plantas a fim de obter bons frutos. As ervas daninhas florescem naturalmente sem cuidado especial.

         Treinamento é o que devemos fornecer a nossos filhos. Ao encarar a disciplina nesses termos mais amplos, compreendemos que os métodos a serem aplicados podem variar muito mais do que pensamos geralmente. A disciplina inclui tudo que um pai faz ou diz para ajudar seu filho a aprender e desenvolver-se na direção da maturidade.

PROPÓSITOS DA DISCIPLINA. Os pais devem perguntar continuamente a si mesmos: Qual o objetivo final que desejo alcançar no treinamento de meus filhos?

MÉTODOS DE DISCIPLINA. A reação da criança, à disciplina dos pais, tem muito mais significado do que o método usado.”

Os métodos de disciplina podem ser resumidos em três categorias:

  • Regulamento – estabelecimento de regras.
  • Imitação – o modelo da criança está nas ações dos pais, do que são, fazem e dizem.
  • Inspiração – resultante da felicidade e satisfação dos pais.

        A disciplina e o controle só vão funcionar quando há estrutura de bons sentimentos, afeição e alegria.

Os cinco princípios de disciplina do Dr. James Dobson:

  1. Desenvolver respeito pelos pais, atentando para os seus princípios religiosos.
  2. Reconhecer que a comunicação no geral melhora depois do castigo.
  3. Controle sem implicância.
  4. Não saturar o filho com excessivo materialismo.
  5. Evitar extremos no controle e no amor.

 

7.   AS CRIANÇAS PRECISAM DE DEUS

             As primeiras orientações bíblicas para os pais estão em Dt 6. 6-8.

  •  Os pais devem ter, em primeiro lugar, comunhão com Deus: conhecer o caminho, mostrá-lo e seguir através dele. A compreensão do amor de Deus, misericórida, perdão, aceitação e a verdade da Palavra de Deus resultará do relacionamento familiar.
  • O treinamento religioso é responsabilidade direta dos pais. A colaboração e encorajamento dos pais são os pré-requisitos para o desenvolvimento espiritual da criança na igreja. 

Observando o texto bíblico de Sl 78. 1-8, verificamos os três propósitos da instrução:

  1. Depositar fé em Deus;
  2. Lembrar-se das obras divinas, guardando os seus mandamentos;
  3. Impedir o descontrole, teimosia e rebeldia.
  •  A instrução deve ser constante, contínua. Até os quinze anos, a criança normal pode fazer até 500.000 perguntas. A ausência de ensino sobre Deus pode expor a criança a toda sorte de falsos deuses e filosofia.
  • A maior parte da orientação é comunicada através do exemplo.

Este texto é uma síntese do livro: Sete necessidades básicas da criança

DRESCHER, John, M. Sete necessidades básicas da criança. Trad. Neyd Siqueira. 12. ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999. (p.82-3).

10 Erros que um Líder de Adolescentes não pode cometer!

DEZ ERROS QUE UM LÍDER DE ADOLESCENTES NÃO PODE COMETER! 

 1º. AGRADAR OS ADOLESCENTES mais que agradar ao Senhor. Optar por agitar e não transformar os adolescentes. 

2º. ATRAIR OS ADOLESCENTES para Jesus, mas usando valores mundanos. Baladinha no escurinho, etc. A atração é o Evangelho do Senhor Jesus e seus dis cípulos transformados.              

3º. CONFUNDIR DEPENDER DO ESPÍRITO SANTO com desleixo ministerial. Líderes que fazem o serviço entre os adolescentes de qualquer maneira, sem planejamento.                 

4º. DAR AOS ADOLESCENTES o que eles querem e não o que eles precisam. Preocupado em manter sua imagem o líder só traz “sorvetes e chocolates” para seus adolescentes.

 5º. TROCAR EVANGELIZAR por trazer a Igreja. Buscar adeptos para o movimento e não conversão ao Senhor Jesus.                                    

6º. ACHAR QUE GESTOS E COREOGRAFIAS explicitam consagração. Nem sempre o que um adolescente é no altar (palco) é o que ele é de fato em casa, na escola, na rua… 

7º. MEDIR EMPOLGAÇÃO POR JESUS na proporção do barulho (decibéis). Uma atitude fala muito mais do que mil aleluias! 

8º. NEGLIGENCIAR OS PAIS DOS ADOLESCENTES. Um ministério completo implica no envolver dos pais dos adolescentes.                                                                                          

9º. ENVOLVER-SE NA OBRA DO SENHOR sem estar envolvido com o Senhor da Obra. Ativismo na Igreja não substitui sua intimidade com o Senhor! 

10º. TRATAR OS ADOLESCENTES como crianças inocentes e isentas de responsabilidades. Jesus com 12 anos já tinha sua identidade e vocação definida. (Lc 2: 41-52)

 Wanderley Rangel filho – pavi – www.pavi.psc.br

Preparando o Adolescente para a Vida

Indicações de Livros

1. “101 Idéias criativas para culto doméstico” de David J. Merkh (ISBN: 8589320162)

Apresenta idéias variadas para um momento devocional familiar, alegre e dinâmico.

O livro orienta a aplicação de Dinâmicas, Técnicas de memorização e outras atividades auxiliares ao ensino da Bíblia no contexto doméstico.

2.”Crianças Precisam de Libertação?” de Jesher Cardoso (ISBN: 8588606275)

Depois de experiências práticas em ministrar coletiva e individualmente para mais de duas mil crianças, com idades entre zero e 12 anos, e realizado treinamento para mais de mil pastores e líderes, escrevemos este livro, com a esperança que ajudará muitos pastores, líderes, professores e pais na Libertação e Cura das crianças.

Algumas perguntas respondidas por este livro:

  • Crianças ficam endemoninhadas?
  • Rejeição causa homossexualismo?
  • Eclampsia e pré-eclampsia causam traumas na criança?
  • Como as maldições atingem as crianças?
  • Livros, fitas de vídeo, brinquedos podem trazer opressão sobre as crianças?

 

3.  “Pastoreando as Crianças Desta Geração” de Claudia Guimaraes (ISBN: 8573678305)

Com vasta atuação no ministério com crianças, Cláudia Guimarães aborda nesta valiosíssima obra as diversas facetas do ministério infantil. Também apresenta princípios bíblicos e sugestões que vão aprimorar eficazmente a visão ministerial de sua igreja.

Ferramenta indispensável para pais, professores e líderes de ministério infantil, Pastoreando as crianças desta geração é um apelo apaixonado à excelência do trabalho com os melhores e mais preciosos agentes do Reino: as crianças!

Sua vida será impactada com a palavra e a visão de Deus a respeito do ministério infantil. Acredite!

Métodos Criativos por Faixa Etária

Métodos Criativos por Faixa Etária